O decote no ambiente corporativo & o cérebro primitivo masculino!

Opa! Se você é feminista, calma, ok? Este artigo vai lhe interessar muito para defender teses sobre sua nobre causa, ou seja, a emancipação e o empoderamento da mulher no ambiente corporativo.


Dentro do Instituto Wbr, eu e a Mentora Karina Falsarella, realizamos estudos antroposóficos (primitivismo), a fim de entender muitos dos mecanismos humanos que geram inter-relações gerenciadas pelo automatismo inconsciente.


Neste artigo, vamos abordar o decote feminino no meio corporativo, composto na sua grande maioria por homens.


Se você observar a foto acima, os seios a mostra dão a impressão de ser um bumbum. Vamos desenvolver este tema a partir de métricas antroposóficas.


No tempo da pré-história

No início dos tempos, na pré-história (Homem-de-neandertal), a mulher ficava de quatro deixando o bumbum à mostra para atrair o macho da espécie para o coito. Isso ainda está presente fortemente em nosso cérebro primitivo. Contudo, com o advento da civilização, a mulher perdeu esse atributo primitivo e os seios passaram a realizar esse papel de forma subliminar. Pesquisas indicam que as mulheres de seios fartos são mais atraentes para o sexo oposto e uma das explicações está no fato de que eles lembram o bumbum, que estimula o cérebro primitivo masculino (cérebro reptiliano localizado no troco cerebral, responsável, dentre outras coisas, pelo estímulo sexual com o propósito de preservar a espécie).

Assim, ao mostrar o decote em forma de “bundinha”, como humoradamente chamamos em nossas exposições, o cérebro primitivo (preservação da espécie) de todos os machos humanos, fará com que os olhos se fixem nos seios (bumbum), mudando o foco no ambiente profissional por terem acessado um aspecto da intimidade da mulher, não compatível com os objetivos do ambiente laboral.


Observe a foto abaixo e verá o que o cérebro inconsciente masculino vê.

Assim, sugerimos que as mulheres cubram o colo no ambiente corporativo para manter a atenção dos seus companheiros de equipe (sexo oposto) dentro da área cognitiva, sem envolvimento do cérebro primitivo (isso é antroposofia, não machismo, ok?). Lembre-se de que todos os machos da espécie tenderão a olhar para o decote por automatismo inconsciente, o que não significa que eles tenham qualquer intenção de promover um assédio. Mas, uma vez que observaram essa “marcação ancestral”, sua biologia poderá gerar conflito de interesses inconscientes, atrapalhando a cognição desejada no meio laboral.


Quem tem mais conhecimento, faz melhor.


Essa é uma colaboração importante para ampliar o poder feminino no ambiente corporativo, chamando a atenção para as suas capacidades cognitivas corporativas.



*Para saber mais leia os livros “A mulher nua” e o “Macaco Nu”.



Caso queira saber como se tornar um expert em leitura corporal, clique neste link.



#gratidao #amor #sejaumleitorcorporal #empreendedor #empreendedorismo #linguagemcorporal #leituracorporal #linguagemnaoverbal #matermaticavisual #filosofiando #institutowbr #desenvolvimentohumano #missao #amor #desenvolvimentopessoal #lucidez #reflexao #amorproprio #mentoriacoletivawbr #mentoring #wandy #karinafalsarella #julianacalazans #correntedobem #amorcorporativo #colaborativismocivil #mindset #Wday #Wflix #ClubeWbr

86 visualizações

Whatsapp (19) 98256-3307

contato@institutowbr.com.br

Instituto Wbr

Todos os direitos reservados para Instituto Wbr.

bate papo whatsapp.png