Não agradamos as pessoas na maior parte do tempo!

Não, a ignorância não é uma benção. Na primeira aula dos nossos cursos de formação em leitura corporal e nos nossos grupos de estudos abertos de leitura corporal, a primeira coisa que dizemos aos alunos é que não agradamos as pessoas na maior parte do tempo. Quase invariavelmente, o que ouvimos é um lamuriar do tipo “nossa, mas será horrível saber disso”. Não, pavoroso é não saber disso, pois só podemos melhorar aqui que vemos, enxergamos, notamos.




Como já dissemos em artigos anteriores, as pessoas se analisam de inconsciente para inconsciente. Em especial, a região empática do lobo frontal tem duas sessões distintas. A primeira é a do reconhecimento das micro expressões (que duram em torno de meio segundo) e as macro expressões (que duram de 1 à 4 segundos). Quando estamos na rua e uma pessoa expressa medo em sua face, imediatamente, esta área empática é ativada, reconhecendo a expressão de medo. Num segundo momento, em milésimos de segundo, a segunda sessão é ativada, ou seja, a do espelhamento. Nós reproduzimos a expressão de medo e nos preparamos para o momento seguinte. Esse mecanismo é facilmente observado quando assistimos a um filme, onde a pessoa recebe uma joelhada entre as pernas e nós, instintivamente, fechamos os olhos numa expressão de dor. Não estamos sentindo dor de fato, mas espelhando a dor que a pessoa estava sentindo.



Assim, esse efeito de observação faz com que as pessoas reajam a nós sempre que discordarem daquilo que estamos apresentando, o que tende a ser frequente. Afinal, são 7 bilhões de pessoas no mundo, cada qual com seu sistema de crenças peculiar. Uma das formas de reconhecermos essa rejeição é através da expressão de repulsa (sobreposição do lábio inferior sobre o superior) e nojo (elevação do lábio superior). Ao ver essas expressões, naturalmente ferimos algum sistema de crenças do nosso interlocutor. Naturalmente, reagimos inconscientemente e é estabelecido um sistema nada empático subliminar.



Ao ver essas expressões (micro ou macro), pare a sua explanação, se possível para um suco refrescante (evite café, pois a cafeína é excitante), e em seguida pergunte ao seu interlocutor o que ele pensa a respeito do assunto. Prepare-se para ouvir o que provavelmente não gostará. Ressignifique o conteúdo e mude sua versão, até que ele se alinhe emocionalmente ao seu conteúdo e terão criado harmonia onde antes reinava a discórdia inconsciente, com seus respectivos mal-estares involuntários.



Um excelente exemplo desse tipo de expressão, poderá ser observado neste vídeo que marcamos segundo o Método LCB (Escola Leitura Corporal Brasil).



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